
As pessoas que ainda não se aperceberam da infinita beleza do Santo, são aquelas que quando lá vão e regressam, não têm vagar para apreciar o bonito que é chegar ao Funchal vindo da Serra.
Faz falta viajar no tempo e imaginar.... perceber que chegar do Santo e descer à cidade é como chegar em balão, mas passo a passo.
Os aromas trazem-nos as lembranças da água da chuva que seca ao sol. A saborosa frescura das levadas que parecem deitar fora um imenso manto de saudade que circula nas entranhas desta ilha. Saudade de quê? Saudades do infinito do mar que não nos deixa ver o futuro? São as saudades dos poucos, depois de alguns e de mais outros que chegaram a esta ilha vindos de qualquer parte e dispostos a tudo para encontrar a sua felicidade. Nesta e em qualquer parte do mundo.