
Este é um dos caminhos para o Santo da Serrra. Temos que ter cuidado para evitar todo o percurso que seja mais directo. O melhor trajecto é aquele que se faz mais devagar. Por vezes sinto que em cada viagem pelos caminhos das freguesias, o tempo não volta para trás nunca mais e o sabor deste "antigamente" que é vivido no momento presente se perde para sempre. Ah que pena não termos uma máquina para captar as memórias, mas que as pudesse reproduzir de um modo que as vivessemos como no presente. Uma máquina de viajar no tempo...
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